Limite de até R$ 10 mil com restrição no nome

Um dos principais empecilhos ao tentar conseguir crédito em alguma organização é apresentar “nome sujo” no SPC e Boa Vista SCPC. Algo recorrente visto que a taxa de inadimplência cresceu 1,2% só no último mês, segundo apuração do Boa Vista e SPC.

Cerca de 61 milhões de pessoas, mais que 25% da população brasileira, apresentam dívidas atrasadas e nome negativado, o que inviabiliza a solicitação de crédito em diversas entidades financeiras.

Além disso é preciso ter um bom score, no entanto estar incluso na lista de inadimplentes é extremamente prejudicial para este fim. E as exigências não terminam por aí. Ter bens no nome, um tempo considerável de abertura da conta, uso frequente do cartão de crédito e raro do cheque especial também entram na lista. Não é preciso, necessariamente, recorrer aos bancos para conseguir uma linha crédito. Há instituições que disponibilizam crédito para pessoas nessa situação, mas geralmente os juros são altos e os riscos de se afundarem mais é maior ainda.

A fintech denominada como Social Bank age de forma diferente das outras organizações por permitir transações financeiras entre os usuários, por exemplo, se uma pessoa está com uma conta de energia atrasada ela pode pegar um credito com outra realizando todo o processo pelo app, e com a Social Bank intermediando a operação. Além dos crédito, a empresa também trabalha com investimentos que podem ser feitos diretamente pelo aplicativo.

No caso de um crédito maior, as tarifas também podem variar, mas nada abusivo. A taxa de juros vai até 2% e o valor do crédito, que chega ao máximo de R$ 10 mil, pode ser pago em 12 parcelas, o que dá uma vantagem significativa ao Social Bank, já que em outras instituições os juros poderiam chegar até 7% em condições similares.

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