Está negativado? não se preocupe, a Social Bank oferece até 10 mil para você

Um recente app é capaz de ajudá-lo a receber importância ou obter créditos com taxa de juros baixos, sem precisar ir a um banco. É conhecido como Social Bank e foi criado com a semelhança de “Uber do dinheiro”.

No relacionamento da solicitação de crédito, não há intermediário de entidades financeiras de realizarem transações em moeda, e tudo acontece através do contrato entre o tomador e o emprestador da quantia.

Usando versões para Android e iPhone, o aplicativo requer a abertura de uma conta na plataforma que leva alguns minutos. As informações envolvidas no registro incluem CPF, RG ou CNH (foto necessária), foto (tirada durante o processo de registro) e o nome da genitora, ou seja, a mãe. Por motivos de segurança, o aplicativo a qualquer momento pode solicitar novas fotos para confirmar sua autenticidade.

Por causa do nome do app que é semelhante a um banco, ele não é uma instituição financeira em si, mas está registrado no Banco Central, mesmo que tenha certas funções financeiras. A ideia da empresa é fornecer serviços para pessoas que não possuem serviços bancários.

O CEO Rodrigo Borges, afirmou na entrevista que: “Não queremos ser um banco, queremos ser o Social Bank. Não temos o intuito de ser um banco. O banco, para mim, é a rádio-táxi. A Uber é o novo modelo”.

Como funciona a Social Bank

A finalidade de uma concessão do crédito está localizada na plataforma ou app da Social Bank. Aqui, você pode solicitar até 10.000 reais, pagando em até 12 vezes com juros que variam de zero a 2%. Na simulação de empréstimo realizada pela corretora, os juros mensais cobrado da cedência de R$ 10.000 é de 4,65%.

Para conceder crédito a uma ou mais usuários registrado na Social Bank, você deve inserir opções de investimento social.

O app, por sua vez, possibilita que você se define como garantidor do créditos, lucrando 0,5% do valor do créditos por mês, se você não pagar, deverá arcar com 50% do valor do empréstimo.

A Social Bank é segura?

Segundo Patrícia Peck Pinheiro, advogada especializada em direito digital, qualquer pessoa que não tenha recebido um pagamento pode solicitar à empresa seus direitos, “Mesmo que a empresa que se coloca como apenas sendo um local de aproximação das partes, pelo fato dela cadastrar ambos e intermediar a relação negocial, há o entendimento de que também poderia ser responsabilizada, por ser um risco do próprio negócio de sua plataforma digital. Por isso, é recomendável o uso de um seguro, ou a feitura de um provisionamento para situações de devedores duvidosos”, completou a advogada. 

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